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Defesa de Dissertação de Mestrado Nº 1.415: "Go!SIP: Um Framework de Privacidade para Cidades Inteligentes Baseado em Pessoas Como Sensores"

O aluno Welington Manoel da Silva irá defender seu trabalho dia 25 de agosto, às 10h, na Sala B224. Início: 25/08/2014 às 10:00 Término: 25/08/2014 às 12:00 Local: Sala B224

 Pós-Graduação em Ciência da Computação - UFPE
Defesa de Dissertação de Mestrado Nº  1.415

Aluno: Welington Manoel da Silva
Orientador: Vinicius Cardoso Garcia
Co-orientador: Alexandre Alvaro
Título: Go!SIP: Um Framework de Privacidade para Cidades Inteligentes Baseado em Pessoas Como Sensores
Data: 25/08/2014
Hora/Local: 10h – Sala B224
Banca Examinadora:
Prof. Kiev Santos da Gama (UFPE / CIn)
Prof. Fabrício Benevenuto de Souza  (UFMG / Departamento de Ciência da Computação)
Prof. Vinicius Cardoso Garcia (UFPE / CIn)

RESUMO:

O crescimento desenfreado da população nos centros urbanos afeta diretamente a provisão de serviços concebidos para suprir às necessidades dos cidadãos. De acordo com relatórios da Organização das Nações Unidas (ONU), a população urbana cresceu de 30%, nos anos 50, para 51% em 2010 - o que foi confirmado pelo Banco Mundial, com uma média de 57% da população mundial vivendo em centros urbanos - e, finalmente em 2050, a estimativa aponta para alarmantes 70%. Frente a essa realidade iminente, discute-se na literatura que grande parte das cidades não contam com serviços básicos (como transporte, energia elétrica, água, saneamento básico, saúde pública, educação, segurança pública, etc.) devidamente preparados para suportar tamanho crescimento, nem mesmo possui a infraestrutura necessária para gerenciar suas consequências.
É neste cenário que se estabelece o conceito de Cidades Inteligentes, nas quais se empregam Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para solucionar ou minimizar problemas no âmbito urbano, ligados à provisão de serviços, processando dados coletados de entidades imersas neste contexto, a fim de que se entenda a dinâmica de funcionamento da cidade, permitindo compreender os problemas, identificar falhas, propor e implementar soluções e melhorias, adequadas à sua realidade, visando melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
Dentre os dados coletados para o propósito citado, vindo de sensores instalados no ambiente, de dispositivos móveis, da internet, etc., existe uma quantidade significativa de dados pessoais, que podem ser analisados e combinados - divergindo do objetivo inicial - gerando situações que comprometem a privacidade individual. Com as informações geradas a partir deste processo, organizações privadas e públicas podem beneficiar-se, explorando as necessidades dos indivíduos monitorados ao deter mais informação e conhecimento sobre o indivíduo, do que ele próprio. Este panorama reflete a forma como nossos dados são predominantemente tratados atualmente, configurando um paradigma centrado em dados, no qual o indivíduo, seus direitos e preferências são mantidos em segundo plano.
A literatura apresenta diversas soluções para provisão de privacidade, algumas de arquiteturas fechadas, outras abertas, específicas para uma diversidade de contextos inteligentes. Estudadas essas soluções, extraiu-se um conjunto de requisitos de privacidade que cada uma manifestou como importante. Finalmente, estudou-se um subconjunto
mínimo desses requisitos que seriam cabíveis a uma Cidade Inteligente que, por sua vez, gerou um framework de privacidade, em um paradigma centrado no indivíduo, no qual se excede o dado por si só e permite-se o fluxo de conhecimento útil sobre a cidade e seus habitantes, em um processo de colaboração mútua, fomentado pelo consenso e decisão
informados, possibilitando a manutenção da proteção dos dados pessoais dos cidadãos

Palavras-chave: Cidades Inteligentes, Privacidade, Framework, Pessoas como Sensores.
 
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