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Defesa de Dissertação de Mestrado Nº 1.430: "Um Modelo de Mobilidade em Grupo Orientado ao Roteamento em Cluster com Desvio de Obstáculos Característicos de um Cenário de Deslizamento de Terra"

O aluno Luis Felipe Formiga Leite irá defender seu trabalho dia 29 de agosto, às 08h, na Sala D226. Início: 29/08/2014 às 08:00 Término: 29/08/2014 às 10:00 Local: Sala D226

 Pós-Graduação em Ciência da Computação - UFPE
Defesa de Dissertação de Mestrado  Nº  1.430

Aluno: Luis Felipe Formiga Leite
Orientador: Prof. José Augusto Suruagy Monteiro
Título: Um Modelo de Mobilidade em Grupo Orientado ao Roteamento em Cluster com Desvio de Obstáculos Característicos de um Cenário de Deslizamento de Terra
Data: 29/8/2014
Hora/Local: 8h – Sala D226
Banca Examinadora:
Prof. Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE / CIn)
Prof. Natália Castro Fernandes (UFF / Engenharia de Telecomunicações )
Prof. José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE / CIn)

RESUMO:

Redes emergenciais são redes móveis utilizadas em cenários de catástrofes onde os meios de transmissão convencionais estão comprometidos. Neste contexto, o estabelecimento de uma MANET (Mobile Ad hoc Network) é a solução mais indicada para suprir a comunicação entre as equipes de resgate.
O ambiente volátil de uma situação catastrófica dificulta um roteamento confiável e, para este cenário, fica a dúvida de qual tipo de protocolo melhor se encaixa para rotear os pacotes de forma satisfatória. Em trabalhos recentes já foram simuladas ocorrências de desastre em espaços urbanos com o intuito de medir o desempenho dos protocolos CBRP, AODV e DSDV e os resultados deixam claro que o desempenho em cluster (CBRP) é superior nesse tipo de situação. Apesar disso, algumas características particulares encaradas pelas equipes de resgate como uma mobilidade em grupo ou a necessidade em evitar os vários obstáculos encontrados, são deixadas de lado.
Essa questão já foi abordada na literatura onde o roteamento em cluster quando usado em consonância com uma mobilidade em grupo perde suas vantagens. Isso se deve a dinâmica do protocolo, onde os nós móveis já estão muito bem agregados entre si dentro de cada grupo e a comunicação interna não depende diretamente dele.
Indo contra essa teoria, esse trabalho apresenta uma variação do protocolo CBRP que objetiva a melhora de desempenho quando usado em um modelo de mobilidade em grupo característico de uma situação emergencial. Para provar essa teoria, as métricas de desempenho packet delivery ratio, control overhead e end to end delay foram calculadas e simuladas no ns-2 em comparação com o puro CBRP e com o famoso AODV.Por fim, o modelo de mobilidade proposto baseado no Reference Point Group Mobility (RPGM), implementou um deslocamento em grupo organizado orientado as zonas de resgate e utilizou os parâmetros únicos de um cenário emergencial de deslizamento de terra, mostrando que um cenário emergencial não pode ser generalizado.

Palavras-chave: redes móveis ad hoc, roteamento em cluster, redes emergenciais, mobilidade
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